A Culpa o Faz Se Sentir Inferior - Trecho do Livro "O PODER DENTRO DE VOCÊ", Louise Hay

sábado, 14 de janeiro de 2012













Muitas vezes as pessoas lhe dão mensagens negativas, pois essa é a forma mais fácil de manipulá-lo. Se alguém está tentando conseguir alguma coisa procurando fazê-lo se sentir culpado, pergunte-se: “O que ele quer? Por que está agindo assim?” O simples fato de fazer essa indagação a você mesmo o impede de aceitar silenciosamente as pressões, como se estivesse dizendo: “Sim, sou culpado, devo fazer o que ele manda”.

Muitos pais manipulam os filhos utilizando-se da culpa apenas porque foram criados assim e não sabem agir de outra forma. Contam até mentiras às crianças só para elas terem menos vontade própria e serem mais fáceis de educar. Ao se tornar adulta, essa criança continua sendo manipulada por parentes ou amigos, pois não desenvolveu seu auto-respeito.

Muitas pessoas vivem sob uma nuvem de culpa, sentem-se eternamente erradas, incapazes de darem um passo certo e não param de se desculpar. São pessoas que não se perdoam por algo que fizeram no passado, que se menosprezam pelas coisas desagradáveis que acontecem em sua vida. Se você é desse tipo, aprenda a dizer não e a chamar a atenção daqueles que estão tentando usar seu sentimento de culpa para lhe pedir alguma bobagem. Veja bem, não estou dizendo que deva ser grosseiro ao não aceitar o jogo dos outros; treine para falar com toda a simplicidade: “Não, não posso fazer o que você quer”. Não se desculpe, ou estará dando ao manipulador a munição de que ele precisa para forçá-lo a abandonar sua decisão. Seja incisivo e explique por que acha que a ordem que lhe foi dada não é correta. Quando as pessoas perceberem que manipulá-lo é algo que não vai mais dar resultado, pararão de tentar. Lembre-se de que os outros só serão capazes de controlá-lo se você permitir. É até possível que você venha a sentir-se culpado nas primeiras vezes em que disser não, mas tenha em mente que negar em favor de si mesmo é algo que vai ficando cada vez mais fácil com a prática.

Uma aluna minha deu à luz um menino com uma doença cardíaca congênita. Ela sentia-se culpada porque acreditava que havia feito algo de errado durante a gravidez. Infelizmente, a culpa não conserta nada e só causa tristeza e aflição. Fiz essa mulher ver que ninguém era responsável pela enfermidade. Antes de encarnar neste mundo, a alma de seu filho escolhera essa experiência com o objetivo de extrair ensinamentos para ele mesmo e para sua mãe. Meu conselho foi que ela deveria amar muito o bebê, amar muito a si mesma e parar de se culpar por algo que estava fora de sua alçada, criando em torno dela e do filho um ambiente tranquilo e amoroso que possibilitaria uma futura cura.

Se você fez algo que lamenta, pare imediatamente de se culpar. Se se sente culpado por algo que fez no passado, perdoe-se. Se for possível remediar o erro, não hesite em tomar as medidas necessárias para saná-lo e evite repetir a ação. Sempre que a culpa surgir em sua mente, pergunte-se: “No que ainda acredito sobre mim mesmo?”, “A quem estou tentando agradar?” Em seguida, preste atenção às crenças da infância que vão emergindo.

Agora vamos a uma palavrinha sobre acidentes de automóvel. Em geral, as pessoas que sofrem acidentes abrigam dentro de si um sentimento de culpa em um nível muito profundo e têm uma grande necessidade de punição. Sentem que não têm o direito de se defender porque merecem castigo e, então, se tornam seu próprio juiz, júri e executor. Se você está constantemente se envolvendo em acidentes, analise-se e lembre-se de que chegou a hora de você se perdoar e assim se libertar da culpa.

Uma senhora idosa que assistiu a um de meus seminários procurou-me para contar que sentia uma culpa enorme em relação ao seu filho de meia-idade. Filho único, ele se sentia um homem totalmente retraído. A mãe culpava-se por ter sido muita rígida em sua educação, o que em sua opinião, o levara a essa condição. Expliquei a ela que fizera o melhor possível com o conhecimento e percepção que tinha na época e que o filho a escolhera como mãe antes de encarnar nesta vida. Portanto, em um nível espiritual, ele sempre soubera o que estava fazendo. Fiz com que visse também que, ao se culpar, estava desperdiçando energia com algo que não era capaz de mudar, e aconselhei-a a dizer cada vez que sentisse emergir o sentimento de culpa: “Não, não quero sentir isso. Estou disposta a aprender a me amar. Aceito meu filho exatamente como ele é”. A lição é sempre amar a si mesmo. Mesmo que não saibamos como nos amar, o simples fato de estarmos dispostos a isso já produz uma diferença. No caso dessa senhora, o que precisava era aprender a amar a si mesma, e não esforçar-se para curar o filho. Creio firmemente que cada um de nós veio a esta vida para se amar pelo que é. Uma mãe, por mais carinhosa que seja, não pode fazer isso pelo filho.

As religiões organizadas frequentemente são ótimas para fazer as pessoas se sentirem culpadas. Muitas delas chegam ao exagero a fim de manter seus fieis na linha desejada, especialmente quando eles são muito jovens. Contudo, um adulto há muito deixou de ser criança e não tem por que ser mantido em uma determinada linha. Ele é capaz de decidir em que deseja acreditar. Sem dúvida, quando toma uma atitude diferente da que foi imposta por sua religião, a criança que existe nele se sentirá culpada. Todavia, cabe ao adulto mostrar à criança que existe em qualquer pessoa que não há motivos justos para ela se sentir assim.

Quando você sufoca suas emoções cria um caos interior. Ame-se o suficiente para se permitir dar vazão às suas emoções. Deixe que seus sentimentos venham à tona. É possível que você venha a se surpreender chorando muito ou se enraivecendo, de uma maneira que lhe pareça exagerada. Além disso, é bem provável que você tenha de processar muita coisa velha acumulada em seu interior. Aconselho-o a fazer afirmações que o ajudarão a tornar esse processo mais fácil, mais suave e mais confortável, como:

Eu agora libero com facilidade todas as crenças negativas.

É agradável para mim mudar.

Meu caminho agora está se tornando suave.

Estou livre do passado.


Ao fazer essas afirmações, não julgue os sentimentos que forem emergindo, o que só servirá para empurrá-los ainda mais para o fundo. Se você está enfrentando um terrível dilema ou atravessando uma crise, repita constantemente as frases acima e afirme também que está em perfeita segurança e disposto a sentir suas emoções.

O extravasamento de seus sentimentos por intermédio das afirmações positivas trará mudanças benéficas a sua vida.

(Trecho do Livro "O PODER DENTRO DE VOCÊ", Louise Hay)

Sonhos... com cobras..... Divaldo Franco

Cada Pensamento Nosso... - Zíbia Gasparetto

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012










"Cada pensamento nosso, no qual colocamos crédito, provoca uma atitude. Nossas atitudes são frutos de nossas crenças. Agimos de acordo com elas. Cada atitude nossa movimenta as energias ao nosso redor e promove uma reação. É como quando estamos dentro de uma piscina. Qualquer gesto movimenta a água em ondas que vão e vêm, reagindo a nosso contato.
Estamos todos mergulhados na mente universal, como quando estamos dentro da água, cercados de energias. Elas são neutras. São nossas atitudes que lhes dão padrão e as projetam para o futuro, provocando reações dentro do sistema, que reage e responde, devolvendo o resultado.
Toda atitude nossa tem, portanto, uma resposta da vida. Mas como ela age sempre pelo melhor, essa situação não é definitiva. Quantas vezes vimos predições ruins que nunca se realizaram? É que as leis universais não agem para nos castigar ou punir. Em sua sabedoria, sabem que a punição ou o castigo nunca educaram ninguém. Ao contrário, quando modificamos nossas atitudes, elas apagam e substituem aquelas energias negativas que emitimos anteriormente pelas novas e melhores de agora. Com esse critério, aquelas reações dolorosas que estavam programadas em nossa vida são modificadas."


Zíbia Gasparetto

Cuida do Mais Importante !

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012



















Certa vez um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a outro rei, de uma terra distante. Para essa tarefa recebeu o melhor cavalo do reino para carregá-lo na jornada.

- Cuida do mais importante, e cumprirás a missão!
 disse o soberano, ao se despedir.

O jovem preparou seu alforje. Escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada na cintura, por baixo das vestes. Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava, sequer, em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho, e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.

Para cumprir rapidamente a tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Dessa forma, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe tirava a sela nem a carga, tampouco se preocupava em lhe dar de beber ou comer.

- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal, disse alguém.

- Não me importo, respondeu ele. Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta ele me fará!

Com o passar dos dias, sob tamanho esforço, o pobre animal não suportou mais os maus tratos e caiu morto na estrada. O jovem, simplesmente, o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. Mas como naquela região havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras, muito rápido o moço se deu conta da falta que lhe fazia o animal.

Depois de algum tempo ficou exausto e sedento. Para aliviar o peso que carregava já tinha deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "cuida do mais importante!" Seu passo se tornou curto e lento e as paradas, freqüentes e longas. Como sabia que poderia desfalecer a qualquer momento, e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada onde ficou desacordado por longo tempo. No entanto, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, encontrou-o e cuidou dele.

Quando o jovem recobrou os sentidos, estava de volta à sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido, e sem remorso jogou toda a culpa do insucesso no cavalo "fraco e doente", que recebera.

- Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer. O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e se despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.

Abatido, o jovem deixou o palácio. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:

"Ao meu irmão, rei da terra do norte. O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem é fiel e sabe reconhecer quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".
Cuida do mais Importante!


Em constante Renovação - Emmanuel

Começar de Novo - Emmanuel

Para começar 2012, gostaria que lessem a seguinte mensagem, do incrível Augusto Cury, que realmente faz a gente refletir com suas belas palavras.



Ser Feliz

                Gostaria que você sempre lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recanto de sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica mesmo que seja injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles o magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar eu errei. É ter ousadia para dizer me perdoe. É ter sensibilidade para expressar eu preciso de você. É ter capacidade de dizer eu te amo.
Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Desejo que a sua vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver!!!
“Augusto Cury”

Canção - Pensamento Positivo

Por que sou Espírita?















Pela lógica

Porque se creio em um Deus único, infinitamente bom e justo e não posso acreditar que Ele permitiria o sofrimento de inocentes e o privilégio de criminosos. Não posso crer em um Deus que permite a dor e a limitação de crianças mal formadas. Um Deus que permite a fome e a miséria vividas por pessoas simples e honestas. Um Deus que permite as diferenças de talentos e destinos. E que essa permissão seja devida, unicamente, aos seus caprichos e preferências.
Se, creio em um Deus perfeito, que não faz acepção de pessoas, então, tenho que entender as situações acima como justas e merecidas. E elas só seriam realmente parte da Justiça Divina se, explicadas por fatores por nós desconhecidos. O raciocínio lógico nos leva a buscar essas causas em um passado distante, em encanações anteriores.
A revelação, pelos espíritos que compõem a Legião de servidores do Cristo, sobre as leis da reencarnação e de causa e efeito foram o balsamo cicatrizante sobre a extensa ferida no cristianismo medieval, decorrente de sua institucionalização e politização.
Essas leis permitem nossa plena compreensão da infinita Justiça Divina e são divulgadas pela Doutrina Espírita para que o Evangelho do Cristo seja revivido conforme previsto por Jesus.
Nenhuma outra explicação para as dores dos homens e para suas desigualdades é tão eficiente e ampla e, ainda assim, compatível com o Deus justo e bom em que creio. Ao interpretarmos as dores da vida sob essa ótica, mesmo com as mais variadas e dolorosas circunstâncias vividas pelos seres humanos na Terra, em nenhum caso duvidaremos da Infinita Justiça Divina.

Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá;
porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós;
mas, quando eu for, vo-lo enviarei.
João, 16; 7.



Pela esperança
Por ser uma Doutrina que crê e divulga a certeza da vida após a morte, a certeza de que há algo mais a esperar do que meramente nossos corpos comidos pelos vermes. Por considerar a vida espiritual como a verdadeira vida e por ser essa uma vida de realizações e progresso e não de inatividade.
Por desfazer o mito do castigo eterno e mostrar-nos um Deus misericordioso que perdoa-nos quantas vezes precisarmos do seu perdão e nos oferece a possibilidade de evolução e comunhão com Ele, sempre. Por sabermos que, um dia, seremos perfeitos como foi o Cristo e então poderemos usufruir a paz plena que conquistarmos, pelo nosso esforço pessoal, sob a proteção e orientação Divina, durante o longo caminhar sobre as pegadas do Cristo.
Por termos a certeza de que todas as pessoas que amamos chegarão ao mesmo estágio evolutivo e que poderemos partilhar da glória de Deus em conjunto. Que nenhum filho de Deus se perderá, mas serão todos unidos na paz celestial no momento em que for apropriado, a cada um, conforme seu esforço e merecimento.
Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco;
também me convém agregar estas,
e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.
João, 10; 16.

Pelo exemplo
Por respeitar a opinião de inúmeros vultos da ciência mundial que se tornaram Espíritas. Por admirar o exemplo de vários abnegados servidores do Cristo. Por serem pessoas com reconhecida capacidade intelectual e que efetivamente contribuíram para o engrandecimento do conhecimento humano.
Eles conquistaram, com méritos próprios, esse grau de respeitabilidade, sendo, portanto, dignos de terem suas idéias e crenças analisadas de forma isenta e racional. Além disso, expuseram sua crença em um ambiente cultural adverso, o que reforça a profundidade de sua fé. Somente uma forte convicção, baseada em estudos profundos e análises racionais, pode levar figuras proeminentes a enfrentarem os preconceitos e exporem-se como defensores da nova revelação.
Entre esses exemplos podemos citar: Allan Kardec, Leon Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, Ernesto Bozzano, Bezerra de Menezes, Herculano Pires, Deolindo Amorim, Chico Xavier, Divaldo Franco, Anália Franco, Antonio Gonçalves da Silva Batuíra, Euripedes Barsanulfo, Auta de Souza, William Crookes, Adelaide Augusta Câmara,Ali Halfeld,Artur Lins de Vasconcelos Lopes, Auta de Souza, Amelie Gabrielle, Anália Emília Franco, Angel Aguarod, Antônio da Silva Neto, Antônio Luís Saião, Aristides de Souza Spínola, Arthur Lins de Vasconcelos Lopes, Augusto Elias da Silva, Augusto José da Silva, Augusto Militão Pacheco, Aurora A. de los S. de Silveira, Antônio Gonçaves da Silva Batuíra, Antônio Pinheiro Guedes, Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, Benedito Godoy Paiva, Caírbar de Souza Schutel, Camille Flammarion, Camilo Castelo Branco, Camilo Rodrigues Chaves, Carlos Gomes de Souza Shalders, Carlos Joaquim de Lima e Cirne, Cenyra de Oliveira Pinto, Cleo de Albuquerque Mello, Corina Novelino, Djalma Montenegro de Farias, Djalma Motta Argollo, Divaldo Pereira Franco, Domingos de Barros Lima Filgueiras, Emmanuel, Ernesto Bozano, Ernesto José dos Santos Silva, Eurípedes Barsanulfo, Francisco Candido Xavier, Francisco de Menezes Dias da Cruz, Francisco Leite de Bittencourt Sampaio, Francisco Raimundo Ewerton Quadros, Francisco Spinelli, Francisco Valdomiro Lorenz, Francisco Vieira Paim Pamplona, Frederico Fígner, Frederico Pereira da Silva Júnior, Frederico Menezes, Geminiano Brazil de Oliveira Góis, Heitor Pinto da Luz e Silva, Humberto de Campos, Inácio Bittencourt, Jacob de Mello, Jeronimo Candido Gomide, Joaquim Antônio de S. Thiago, Joaquim Carlos Travassos, Joana de Angelis, João Luís de Paiva Júnior, João Batista Maia de Lacerda, João Gonçalves do Nascimento, José Florentino de Sena Petitinga, José Plinio Monteiro, Jose Raul Teixeira, José Medrado, Júlio César Leal, Lázaro Luiz Zamenhof, Leon Denis, Leôncio Correia, Leopoldo Cirne, Leopoldo Machado Barbosa, Lírio da Silva Ferreira, Luís da Costa Porto Carreiro, Luís Joaquim de Oliveira, Luís Olímpio Guillon Ribeiro, Luís Olímpio Teles de Menezes, Luiz Sérgio de Carvalho, Manuel Viana de Carvalho, Meimei, Pedro de Vinícius Camargo, Ricardo di Bernardi, Reynaldo Leite, Romeu do Amaral Camargo, Scheilla, Ubaldo Ramalhete Maia, e muitos outros que não pudemos relacionar por falta de espaço ...

Se alguém me serve, siga-me,
e onde eu estiver, ali estará também o meu servo.
E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.
João, 12; 26.

Pela solidariedade
Por ser uma Doutrina que defende e prega a solidariedade e o amor ao próximo como os maiores deveres do ser humano. Defende o aforismo de que fora da caridade não há salvação. Se a caridade é expressão e exercício de amor ao próximo, ela efetivamente nos faz ascender rumo à comunhão Divina.
Faz-nos saber, entretanto, que a caridade exercida com interesses secundários ou escusos não é a verdadeira caridade. Este ato é apenas um comércio de favores que, até pode beneficiar quem recebe, mas em nada enobrece o executor. Nem mesmo aquele que estende sua mão ao próximo com o único fim de obter progresso espiritual será atendido em seus anseios. O processo dever necessariamente iniciar-se pelo amor e este por sua vez desencadeia atos.
Sede, pois, misericordiosos,
como também vosso Pai é misericordioso.
Lucas, 6; 36.

Pela ciência
Por se tratar de uma Doutrina que respeita se apóia na ciência. Não nos impõe nenhuma Verdade que se coloque acima da ciência e estimula a utilização do raciocínio crítico. Por se tratar de uma Doutrina que estimula a fé raciocinada e considera esta como a única capaz de enfrentar a verdade face a face em todos os tempos. Por ater-se a evidências e lógica filosófica. Por alertar-nos da necessidade do estudo constante para não sermos tragados por ilusões e mistificações.
Ainda tenho muito que vos dizer,
mas vós não o podeis suportar agora.
João, 16; 12.

Pela dor
Por encontrar o consolo e a explicação para as dores da existência humana. Por sabermos que serão transitórias essas dores e gerarão o progresso necessário para a comunhão Divina. Por sabermos que a dor atual é conseqüência de nossos atos pretéritos e por nos fazer entender que nosso sofrimento é tão intenso quanto aquele que, por ventura, tenhamos causado ao próximo. Assim vivemos na prática o treinamento para a não repetição dos mesmos erros que nos conduziram á situação atual.
Pela dor intensa que eu vivi aos 14 anos, pela dor cruel que eu vivi aos 27, pela dor dramática que eu vivi aos 35 e por todas as outras dores menores que suportei com a ajuda Divina, dos bons espíritos e dos companheiros de jornada. Pelas inúmeras alegrias que me foram dadas, em acréscimo, como energias sobressalentes acumuladas para serem a reserva nos momentos difíceis, pela graça e misericórdia do Criador.
Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados,
porque muito amou;
mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.
Lucas, 7; 47.
Pelo amor
Por sermos estimulados por ela a exercitar o amor ao próximo conforme ensinado pelo Cristo. Por termos a noção exata do amor pleno e libertador, aquele que não espera e não cobra. Por sermos premiados com esse amor por nossos familiares, filhos e pelo querido marido, companheiro de muitas caminhadas.
Mas ajuntai tesouros no céu,
onde nem a traça nem a ferrugem consomem,
e onde os ladrões não minam nem roubam.
Mateus, 6; 19.
Pela história
Por verificarmos que a História das religiões nos ensina que houve vários mártires da causa Cristã. E que conforme prometido pelo Cristo seríamos lembrados de seu evangelho pelo Consolador, que nos trouxe a Doutrina Espírita. Os mártires do cristianismo foram os inimigos da ignorância e do fanatismo, impedindo que novas guerras religiosas fossem levadas a termo quando do início dos fenômenos físicos que deram origem á terceira revelação.
Eles, os mártires, deram suas vidas pela liberdade de pensamento e permitiram a retomada dos princípios puros do cristianismo primitivo que foram deturpados pelos detentores do poder religioso. Assim, os conceitos e as revelações cristãs puderam ser resgatados, e novos conhecimentos têm sido adquiridos com o estudo profundo dessa complexa e triste História.
O céu e a terra passarão,
mas as minhas palavras não hão de passar.
Mateus, 24,35.

Pelo Cristo
Por encontrarmos toda a coerência e toda a bondade do Cristo, refletidas nos princípios Doutrinários Espíritas. A crença em Deus, na reencarnação, na lei de causas e efeitos, na pluralidade dos mundos habitados e na possibilidade de comunicação com o mundo espiritual. Todos esses princípios são claramente defendidos ou exemplificados pelo Cristo, o Mestre maior.
Muitas vezes Ele utilizou-se de símbolos e parábolas em função de nosso despreparo intelectual e moral para absorvermos ensinamentos tão complexos para aquela época de bárbaros.
Hoje, com as inúmeras conquistas em termos de liberdades individuais, essas realidades estão sendo pesquisadas e comprovadas por inúmeras evidências e não mais estão sendo omitidas em função da ditadura dogmática patrocinada pelo interesse financeiro das grandes estruturas religiosas.
E ele disse: A vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus,
mas aos outros por parábolas,
para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam.
Lucas, 8; 10.
Pela tolerância
Por se tratar de uma Doutrina que entende a salvação como um longo processo de evolução espiritual que leva a comunhão com Deus na proporção em que nos esforcemos para eliminarmos nossos vícios e fraquezas.
Sendo assim, a Doutrina não é o meio de salvação, este meio é o amor. Por isso entende que todas as religiões do bem são lícitas e levam a salvação. Não precisa ser proselitista e não permite o comércio dos bens espirituais que, só podem ser conquistados e não comprados.
Por me impor esse limite, já que em minha natureza ainda predominam o orgulho e a prepotência. Dentro de uma religião de eleitos, esses meus defeitos aflorariam com o adubo do fanatismo e mais erros eu cometeria.
Por sabermos e reconhecermos publicamente que não pertencemos a um rol de escolhidos. Somos tão ou mais falíveis do que os membros de qualquer outra comunidade religiosa. Por crermos que todos seremos salvos independentemente da igreja, seita ou religião que professemos. Se nos aperfeiçoarmos no caminho do amor ao próximo lá chegaremos com o apoio e a sustentação Divina, qualquer que seja o templo material que nosso corpo físico freqüente.
Aí de vós, doutores da lei, que tirastes a chave da ciência;
vós mesmos não entrastes, e impedistes os que entravam.
Lucas,11;52.

Pela humildade
Pelo estímulo que a Doutrina espírita exerce para a reforma íntima de seus adeptos visando a superação de defeitos tais como o orgulho, a vaidade, o egoísmo. Esse estímulo propõe a humildade não subserviente. A humildade autêntica, mas não inocente ou pueril.
Porém, muitos primeiros serão os derradeiros,
e muitos derradeiros serão os primeiros.
Mateus, 19,30.
Pela afinidade
Por ser necessária, para o exercício religioso, uma identificação com as necessidades íntimas de cada um. Aqueles que dependem do ritual, das imagens, dos amuletos, das vestes, não se sentiriam bem em um culto desprovido de qualquer manifestação do simbolismo material. O culto espírita é espiritual e deve refletir os verdadeiros sentimentos íntimos.
O luxo pode ser necessário a outros. Para o espírita um ambiente despojado permite o culto exclusivo das riquezas interiores. Esse culto se restringe ao louvor a Deus e Jesus Cristo. Não cultuamos livros, nem imagens, nem pessoas, mas reconhecemos os ensinamentos Cristãos como o meio mais eficaz de educação evangélica para a ascensão espiritual.
Reconhecemos ainda o exemplo dos vencedores no caminho do Cristo, como irmãos que souberam absorver os ensinamentos evangélicos e souberam divulga-los com propriedade e respeito.
Deus é espírito,
e importa que os que o adoram o adorem em espírito e verdade.
João,4;24.


Pelo encontro pessoal
Por sentir-me rendida pela verdade durante a leitura das explicações espíritas para as questões da existência, da dor e do destino. Nenhum outro sistema de explicações me satisfez plenamente. A força e a lógica dos argumentos vêm de encontro às minhas necessidades, um tanto racionais, em intenção, ainda que não em essência.
Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu,
e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu,
Mateus, 18; 18.
Pelos fenômenos
A realidade da comunicação com os espíritos e a explicação natural para o fato sem apelação para maravilhas. A confirmação nos evangelhos dessa possibilidade assim como em vários métodos acessíveis à ciência. A assistência recebida do plano espiritual em um trabalho contínuo de doação de amor e energias salutares.
O fato de uma só explicação ser suficiente para toda uma gama de fenômenos. Não sendo necessária a criação de exceções e adaptações. As regras da natureza são iguais para todos, os santos e os pecadores, Deus e Jesus, os profetas e os leigos. Não precisamos e nem vemos Deus derrogando suas leis a todo momento.
Podemos citar um conjunto de evidências que formam a prova dessa possibilidade: A obra de Chico Xavier, as comunicações de entes queridos, a TCI, as materializações, as mesas girantes, a brincadeira do copo, a escrita direta, dentre muitas outras.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias,
falando com ele.
Matheus, 17; 3.

Pelo consolo
Somente as pessoas que passaram pelo sofrimento intenso do medo, da perda, da dor física e moral, podem imaginar o benefício que a esperança e a explicação trazem para o sofredor. Além disso, a assistência caridosa, oferecida indiscriminadamente pelos trabalhadores espíritas, encarnados e desencarnados, aliviam grandemente a dor escruciante da culpa e da desesperança.
Não vos deixarei órfãos;
voltarei para vós.
João, 14; 18.
Pelos frutos
Por que uma árvore má não dá bons frutos. A Doutrina Espírita em seus 147 anos de existência tem colaborado para que o sofrimento humano na terra seja reduzido. Tanto pelo suprimento de necessidades materiais básicas aos miseráveis quanto de consolo aos desesperados. Ampliou o significado da palavra caridade que passou a ser moral, intelectual, filosófica e material.
Porque não há boa árvore que dê mau fruto,
nem má árvore que dê bom fruto.
Lucas, 6; 43.
Pela democracia
Por ser uma Doutrina baseada em princípios democráticos aonde a hierarquia é conquistada de forma intermitente. Por ser escolhido como dirigente espírita àquele que se mostrou mais preparado em determinado momento histórico. Além disso, hierarquia é simples e descentralizada e as decisões são tomadas de em assembléias representativas. Não existem grandes estruturas a serem mantidas e os recursos da comunidade institucionalizada são dirigidos para os necessitados independentemente da religião que professe.
Mas quem pratica a verdade vem para a luz,
a fim de que as suas obras sejam manifestas,
porque são feitas em Deus.
João, 3; 21.
Pelo desprendimento material.
Por haver uma proposta de desligamento material sem a maldição do dinheiro. Por estimular o uso parcimonioso do dinheiro em prol da família e da comunidade. Por reconhecer o mérito do trabalho dedicado e do direito à propriedade. Por propor que o recurso material sirva ao homem e a seu semelhante e não o contrário. Por abominar o uso de coação moral e religiosa na obtenção de recursos financeiros para a manutenção de qualquer estrutura que pretenda representar os fiéis de Deus.
Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo,
perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?
Lucas, 9; 25.
Pela reforma íntima.
Por estimular a guerra íntima contra nossas más tendências e valorizar a auto-estima na proporção em que envolve o autoconhecimento. Por reconhecer essa como a verdadeira luta Cristã, que ao ser vencida repercute em toda a sociedade, já que ela se transforma conforme o ritmo de transformação de seus participes.
Eu não vim chamar os justos,
mas, sim, os pecadores, ao arrependimento.
Lucas, 5; 32.
Pelo autoconhecimento.
Por reconhecer a dificuldade de lutarmos contra um inimigo desconhecido. Devemos, portanto explorar nosso inconsciente e consciente para detectarmos nossas fraquezas e virtudes para exercermos uma pressão milimétricamente calculada sobre um e outro para que gerem o equilíbrio necessário para obtenção da perfeição esperada e prometida pelo Mestre Jesus.
Vê, pois,
que a luz que em ti há não sejam trevas.
Lucas, 11; 35.

Por não exigir santidade
Por estimular o esforço no caminho da perfeição, mas reconhecer que todos estamos longe disso. Por isso, aceitar-me como membro da comunidade, ainda que eu descumpra muitas das metas de um bom Cristão.
Por saber que os hospitais foram feitos para as doenças e as casas de oração para os pecadores. Sendo assim reconheço minha falhas e limitações e elas não me distanciam da casa de oração, pelo contrário, é por elas que devo estar sempre procurando forças para a luta desigual contra um ego prepotente e pervertido. Assim meu lugar estará sempre disponível entre os lutadores terrestres. E estarei colocando meu ego dominado atrás do meu eu espiritual e divino como nos ensinou Jesus.
Mas eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça;
e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.
Lucas, 22; 32.
Giselle Fachetti Machado.

Estou Com Você...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012














Em algum lugar, na noite inquieta,
Enquanto você trava sua luta solitária,
Será que você vai se lembrar?
Estou de novo a seu lado.
Como já estive em outros dias,
Quando trilhamos caminhos melhores
É verdade que não posso tocar a sua mão,
Mas sei que você compreenderá.
O Amor não depende do lugar,
Mas só de olhar Um Para o Outro.
O Amor é coisa do coração.
E mesmo vivendo separados,
Aí nunca é longe daqui.
E Aqui nunca é longe Daí,
Para quem gosta de verdade.
Então, se você me amou, nõa sofra,
Os que Amam, Acreditam.
Se precisar de mim, basta chamar.
Afinal, estou com você.